Capital econômica do Marrocos e maior aeroporto e cidade do país, foi colonizada pelos bérberes por volta do século X antes de Cristo, e usada como porto pelos fenícios e romanos. Sua atual configuração deve mais à ocupação francesa, mas sua maior atração é a Mesquita Hassan II, construída em parte sobre as águas, com decorações e acabamentos de inigualável esplendor. Também tem um museu Judaico, o único no mundo árabe. Também é um ponto excelente para explorar a costa do Atlântico.
Uma das capitais imperiais (porque foi capital do país durante os impérios almoravida e almohade), Marrakesh (terra ou país de Deus em bérbere) fica no centro do Marrocos, aos pés das montanhas do Atlas. É conhecida como a cidade vermelha (ou ocre) por conta da cor de seus prédios e da terra. Aqui as atrações são muitas, a cidade é vibrante e cosmopolita, com uma mistura de culturas antigas e modernas. Sua praça mais conhecida, Jma El Fnaa, é um tributo à diversidade, assim como sua vasta medina, com novecentos anos, cheia de cores e sensações. A arquitetura é peculiar, com toque andaluz. Centro do turismo do país, também é a capital dos hotéis e riads suntuosos, e de monumentos como os Túmulos Saadianos, a Medrassa (escola islâmica) Ben Youssef, a Mesquita Koutoubia e os palácios Bahia e El Badi. Além disso, conta com os Jardins Majorelle, na antiga residência de Yves Saint Laurent, um dos lugares mais instagramáveis do mundo.
No grande sul do Marrocos encontra-se um grande deserto de dunas, Erg Chebbi, em Merzouga. As dunas mais altas chegam a ter 150 metros de altura, e lá poderá encontrar passeios inesquecíveis de camelo ou de 4X4, com a impressão de infinito, o céu estrelado e as cores quentes do deserto dando uma sensação de que se está em outro planeta, principalmente quando se dorme nos acampamentos de luxo montados nomeio das dunas. Um passeio imperdível.
Capital do Marrocos e cidade imperial fica na costa do Atlântico, e sua história remonta aos tempos do império romano. Embora hoje em dia seja uma cidade moderna, ainda restam vestígios do passado como uma medina de porte pequeno, restos da muralha que a cercava, a Casbá (castelo) dos Oudaias, a Torre Hassan (não acabada), além do atual palácio real.
Fica no norte do Marrocos, na frente do estreito de Gibraltar, onde o Mediterrâneo encontra o Atlântico. É um grande porto, e de lá, em dias claros, pode-se ver a Espanha. Fundada por bérberes foi um importante centro comercial fenício, e nos anos 1920 até a indendência do Marrocos nos anos 50 teve um status de cidade internacional, o que a tornou centro de diplomatas, espiões, boêmios e homens de negócios, o que se reflete ainda hoje na cultura da cidade, muito diversa.
A medina em tons azuis e brancos é encantadora, e a cidade antiga ainda é cercada pelo que resta de muralhas construídas pelos portugueses. Também devem ser visitados a Caverna de Hércules, dos tempos romanos, e o Cap Spartel, com belas vistas panorâmicas sobre a cidade e o oceano.
Capital espiritual e cultural do Marrocos e capital imperial. Fica no centro norte do país, entre as cordilheiras do Rife e do Médio Atlas, e foi capital do Marrocos em diversas ocasiões. Nela se situa a Universidade al Quaraouyine, de 859, alegadamente a mais antiga do mundo ainda em funcionamento, e que levava estudantes de várias partes do mundo árabe para Fez. Sua medina (considerada uma das maiores do mundo) é um emaranhado de ruas e becos onde podem ser encontrados também os curtidores de couro (chouara Tannery) e a visita a ela é uma experiência mais autêntica e cultural do Marrocos, tanto pelas diversas e ornadas portas, quanto pelas fontes, como a Jejjarine, quanto pela conservação de seus monumentos, como madrassas, mesquitas, tombas e mausoléus.
A antiga Mogador é uma charmosa cidade e porto na costa do Atlântico, a cerca de 3 horas de Marrakesh. Embora a região tenha sido habitada antes por fenícios e berberes, e ocupada pelos portugueses por volta de 1506 (quando foi construída uma fortaleza e muralhas), sua fundação e construção datam de 1760, planejada por um sultão para atender as necessidades dos comerciantes estrangeiros, o que lhe deu um caráter multicural e artístico que perdura até hoje. Tem uma medina muito agradável e fácil de percorrer em poucas horas, um porto colorido onde pode-se comer peixe fresco e diversas atrações relacionadas aos esportes marítimos e a festivais de música e de arte, destacando-se também o artesanado local.
Cidade no norte do Marrocos, nas montanhas do Rife, conhecida por seus prédios num tom particular de azul. Sua medina é pequena e tradicional, remontando ao clima tradicional e pastoral da região, mas fácil de percorrer a pé, e no final há uma praça – Outa el Haman, com uma deliciosa fonte, cercada por restaurantes e com uma antiga Kasbah e também uma mesquita. É uma cidade relaxante, e vale a pena ver a nascente de Ras el Maa e subir a montanha e ver o por do sol na Mesquita Espanhola.
Cidade do sul do Marrocos conhecida como a porta do deserto, por ser zona de transição entre as montanhas do Atlas e o deserto. Para além disso é notável como a capital do cinema do Marrocos, por conta do seu cenário, do seu clima e do estúdio Atlas. As mais importantes atrações turísticas são as várias Kasbás construídas em taipa, especialmente Taurirte, e os vales e palmeirais contrastando com as montanhas, os oásis com as planícies áridas. Perto de Ouarzazate fica Ait Ben Hadou, uma cidade fortificada constituída por diversas pequenas fortalezas ou Kasbahs, considerada patrimônio da Unesco, notável por sua beleza e por ter sido a locação de filmes famosos como Lawrence da Arábia, a Múmia, Gladiador, Alexandre e Game of Thrones.
Fica na costa do Atlântico, perto das montanhas do Anti-Atlas, e é conhecida por suas praias de clima ameno e pelo parque nacional de Sous Massa, na vizinhança. Tem um calçadão na praia para passear, e um souk bem interessante, o El Had. Ainda tem um conhecido festival de música mundial e Amazigh, o Timitar.