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Sobre o Marrocos

Como chegar

De avião – Existiam vôos diretos da Royal Air Maroc, a companhia oficial marroquina, até o Brasil, mas foram interrrompidos com a pandemia. Agora as rotas mais fáceis e curtas envolvem escalas em Portugal, por exemplo (menos de dez horas até Lisboa e cerca de uma hora e meia até Casablanca), ou Espanha, mas praticamente qualquer grande aeroporto tem conexão direta com o Marrocos.

De ferryboat – A partir da Espanha a linha mais popular é a que liga Tanger a Algeciras, e a mais rápida é a que sai de Tarifa para Tanger, os catamarãs atravessam o estreito de Gibraltar em cerca de 35 minutos, mais o traslado de ônibus para Algeciras. Há barcos saindo de Valência e Barcelona, e até da Itália (Gênova e Livorno) e da França (Setes – duas horas de trem em Marselha) mas com a pandemia convem verificar se as linhas estão ativas. As passagens são fáceis de comprar, até online.

Dentro do Marrocos há diversos aeroportos o que facilita a ida para destinos mais distantes, ou uma ida e volta de cidades diferentes.

O que precisa para a viagem

Brasileiros não precisam de visto, só de um passaporte com validade de pelo menos seis meses depois da viagem. Pode obter informações no L`Office National Marocain du Tourism www.visitmorocco.com agência de turismo nacional.

Saúde

É bom verificar se as vacinas estão em dia, atualmente a vacinação completa contra a Covid é requisito para entrada no Marrocos (ou PCR negativo). Cheque os requisitos no site do Office Nacional des Aeroports (Onda.ma).

Leve também seus medicamentes de uso contínuo (com a receita) e se quiser preventivamente alguns de uso comum, como contra diarreia ou gripe ou dor de cabeça.

Finalmente, considere ter um seguro saúde internacional. Vale a pena espcialmente em casos de evacuação aérea de volta para casa ou transporte para hospitais de grandes cidades.

Internet e telefone

Prefixo telefônico internacional do Marrocos +212

O ideal é comprar um chip de uma das operadoras locais assim que chegar (nos maiores aeroportos há quiosques). Assim fica com acesso fácil e barato à internet, e pode escolher também ter chamadas locais.

Idiomas

O idioma oficial do Marrocos é o árabe, usado em todo país. O dialeto árabe local é conhecido como darija. O tamazigh ou bérbere também é uma língua oficial, falado especialmente no Rif e no Atlas. O francês é falado comumente nas grandes cidades, e o espanhol em algumas cidades do Norte. Agora, no comércio, fala-se de tudo um pouco.

 

 

Câmbio

A moeda no Marrocos é o Dirham (DH). Não pode ser levada para fora do país e não está disponível no exterior. Traga dólares ou euros para fazer câmbio. Nos aeroportos há na chegada lugares para fazer a troca. Se quiser as melhores taxas, troque um pouco na chegada e depois pode trocar nas inúmeras casas de câmbio existentes. Atenção aqui porque em pequenas cidades pode ser mais difícil encontrar casas de câmbio ou ATMs. Para cartões, muitas vezes o BMCI ou Bank of Africa funciona bem com os cartões de crédito brasileiros.

 

Segurança

O Marrocos é um país islâmico, e geralmente muito seguro. A grande maioria do povo é simpática e acolhedora, mas é sempre bom exercitar a cautela em geral, por exemplo acertando o preço dos táxis antes e evitando guias falsos. Drogas são proibidas. Álcool para estrangeiros é legal.

Mulheres

Como já dito acima, o Marrocos é um país geralmente muito seguro. Mas mais de noventa por cento da população é islâmica, e um dos pilares do islamismo para mulheres é discrição nas vestimentas. Enquanto nas cidades maiores pode-se ver mulheres com vestimentas ocidentais, o véu (não a burka, que cobre o corpo e o rosto inteiros) é a norma. Para as ocidentais, basta se vestir com discrição, ou seja, nada de shorts curtos e decotes. De resto, os marroquinos tendem a ter uma preocupação genuína com o sexo feminino, e oferecerão, em sua grande maioria, proteção e apoio se sentir que está em situação delicada. Em resumo, é só se vestir de uma forma mais contida.

Famílias e crianças

O país também é ótimo para viajar em família, e crianças(e outras gerações) poderão aproveitar as praias, piscinas, parques, passeios de camelo e a cavalo, cachoeiras e caminhadas em florestas. Os marroquinos além de tudo adoram crianças.

Gorjetas

São parte da cultura marroquina, e quase qualquer serviço pode justificar uma gorjeta. Muitas das pessoas que trabalham em serviços dependem das gorjetas, portanto não precisa ser pródigo, mas demonstre apreciação por bons serviços prestados.

História

Situado no norte da África, a poucos quilômetros da costa espanhola, banhado pelo Mar Mediterrâneo e pelo Oceano Atlântico, a posição estratégica do Marrocos é inigualável. No início contudo a região estava debaixo da água, e há evidências de presença humana no país de mais de cem mil anos atrás, na idade da pedra. Após o degelo, mais ou menos cinco mil anos A.C., as terras férteis encontradas atraíram os povos nômades, ancestrais dos bérberes (ou amazigh- plural imazighen – homens livres), que até hoje são uma parte expressiva da população marroquina. Depois dos bérberes, chamados assim pelos romanos (bárbaros), vieram os fenícios, os cartagineses, os romanos, os vândalos, os bizantinos, os portugueses, os piratas, os árabes, e também os espanhóis. Até os vikings fizeram suas investidas no Marrocos. Mas a base para Marrocos do presente se deu mesmo quando os amazigh se converteram ao islamismo e se uniram aos árabes. De se recordar também que do Marrocos partiu a conquista de parte de Espanha e Portugal, visível especialmente na Andaluzia. O atual Marrocos independente foi fundado em 1956, com um rei e um legislativo operante. Em geral o país é islâmico moderado, e durante muitos anos os judeus encontraram acolhida no país, de modo que ainda podem ser encontradas sinagogas ao lado de mesquitas e igrejas católicas, embora a maioria dos judeus tenham deixado o país. A fusão de tantas culturas e história dão ao Marrocos um caráter único e especial, colorido e certamente apaixonante.

Cultura

Um país de múltiplas facetas, com uma incrível diversidade de paisagens, com montanhas grandiosas e vastos desertos, o país é rico em tradição e cultura. Isso se reflete na arte, na arquitetura, no artesanato, na música e na literatura. Especialmente na arquitetura, nos minaretes, nos azulejos de belos desenhos, nas madeiras talhadas das portas e portões, nos jardins e ambientes dos riads- a multiplicidade de cores, desenhos e entalhes, e sua beleza, são sempre estonteantes. O artesanato é rico e há várias vertentes sustentáveis da economia e arte local, como cosméticos de argan e rosas, tapetes e tecidos feitos manualmente, cerâmicas, cobertores, carpintaria. Variedade e beleza, com ressonância nas diversas gentes que povoaram ou tentaram povoar o país, são o denominador comum.Há diversos festivais de música pelo país, e uma consulta ao calendário poderá fazer com que aproveite para ouvir os sons diversos do gnowua (africanso), dos amazigh e mesmo jazz.

Como o Marrocos é islâmico, observa o calendário islâmico. O Ramadã é um dos meses desse calendário, lunar – portanto varia de ano para ano no calendário ocidental, e nesse mês os marroquinos jejuam do nascer até o por do sol, então é sinal de respeito não comer, beber ou fumar na frente das pessoas que jejuam no Ramadã.

Culinária

No país dos múltiplos sentidos, aqui a base da culinária, além de frutas e verduras cultivadas como há milhares de anos, são as especiarias, que perfumam os souks e os pratos locais, sempre frescos. Os mais famosos são o cuscuz marroquino (que pode ser com carne, frango, peixe ou vegetariano) e o tagine, que é na verdade um método de cocção, uma espécie de prato que cozinha no vapor vegetais, carne, frango, peixe, sempre com uma mistura ímpar de especiarias e ervas que dão a tudo um sabor muito especial. Os doces também tem como base em geral o mel, mas refletem a diversidade da cultura marroquina. Nos mercados locais pode-se ver e comprar de tudo, e vale a pena a experiência de comprar produtos frescos e eventualmente aprender a preparar um tagine ou um cuscuz.

O chá de menta é uma tradição, não recuse.

Compras

Aqui se compra e vende de tudo, mas os tapetes, o produtos com óleo de argan, as jóias de prata, as luminárias, as especiarias, o açafrão, a cerâmica, tudo enche os olhos, especialmente a apresentação nas lojas e nos souks. Há também excelentes artigos de couro, a bom preço. E o jogo da barganha é levado a sério, então se esforce um pouco e conseguirá um preço muito melhor.

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